Fundada
no dia 5 de fevereiro de 1911 por um grupo de empresários,
a Associação Comercial, tem como meta representar
os anseios do segmento produtivo, bem como, dos cidadãos
junto aos órgãos governamentais.
No ano de 1949, criou-se a comissão de obras para a
construção da sua sede própria, que teve
a conclusão em 1951, onde está situada até
os dias de hoje na Avenida Amaral Peixoto, nº 286, constituída
de um edifício com dez andares, auditório para
palestras e convenções, salão de festas
e salas para as mais diversas finalidades.
Esta façanha somente foi possível, graças
aos associados que contribuíram dentro das suas possibilidades,
ou seja, cada um adquiriu um número de quotas que foram
resgatadas pela entidade no prazo de cinco anos, com juros
estipulados naquela época.
A Acierj com sua estabilidade e prestígio ajudou a
criar diversas Associações Comerciais em todo
Estado, com o intuito de fortalecer a classe, para depois
criar a Federação FACIA, hoje conhecida com
FACERJ, que congrega 120 Associações Comerciais
em todo o Estado.
Várias personalidades foram recebidas nas instalações
da Associação Comercial devido a sua importância
na sociedade empresarial em todo estado, como o ex Presidente
da República Artur da Costa e Silva, quando ainda estava
no poder, os ex Governadores do Estado do Rio de Janeiro,
Ernani do Amaral Peixoto, Badger Silveira, Marechal Paulo
Torres, Moreira Franco, o Presidente da Confederação
Brasileira de Futebol, Almirante Heleno Nunes, o Ministro
da Educação
Brígido Tinoco, entre outros.
Antes da fusão dos Estados da Guanabara e Rio de Janeiro,
solicitávamos aos nossos legisladores que apresentassem
um projeto de lei, criando o imposto ocasional, já
que as Indústrias de Base instaladas no Estado do Rio
de Janeiro por força de Lei Federal, recolhiam os impostos
através de suas matrizes, estabelecidas no Estado da
Guanabara. Muitos projetos foram implantados e muito foi feito
para a melhoria da categoria, lutamos em vão contra
a fusão dos Estados da Guanabara e Estado do Rio Janeiro,
por entender que não seria bom para ambos. Hoje percebemos
que tinhamos razão.